ENTRE NÓS - Em fim de ano - 11 de junho de 2017

Em fim de ano

Estamos no final de mais um ano pastoral e o ritmo das atividades começaram a abrandar. Depois do grande arraial dos santos, a 24 e 25/7, o número de fiéis que frequentam o espaço decresce substancialmente e apenas em finais de setembro voltamos a ver a comunidade no seu pulsar normal. Para o fim de ano, aqui ficam algumas anotações:

1. Domingo da Santíssima Trindade: Nas igrejas de todo o mundo celebramos a festa de Deus uno e trino. Compreender esse mistério é uma santa ambição que nos deve entusiasmar, mas, ao mesmo tempo, reconheçamos que esse universo divino nos ultrapassa infinitamente. Para os não cristãos o tema pode ser uma grande confusão: um único Deus mas três pessoas que partilham a mesma substância? Não há superiores nem inferiores, apenas funções diferentes? A comunidade cristã é chamada a espelhar a divina trindade: una e diversa.

2. Obrigado: enquanto se arrumam alguns espaços na Paroquia, em especial as salas de catequese, deparamo-nos com tantos materiais, (desenhos, textos, velas…) que serviram de suporte às atividades realizadas ao longo do ano. Espontaneamente damos graças a Deus por tanta boa vontade e agradecemos o grupo de paroquianos que dá vida a este espaço. É verdade: muitos desejam uma paroquia dinâmica e uma Igreja renovada, mas não são muitos os que se disponibilizam para o trabalho de aprofundamento dos temas e de serviço à comunidade. Merecem um especial destaque o grupo de catequistas, um dos importantes motores da Paróquia, pelo serviço discreto mas exigente, por não desistirem de falar em Deus neste tempo!

3. Os Santos Populares: O grupo de Sta Marta este ano propõe um arraial em dois dias, 24 e 25/7. É uma festa que exige muita mão de obra e diversos meios. Só assim estamos em condições de receber quem nos visita. E esta festa é já uma imagem de marca da comunidade paroquial. Neste sentido, peço a todos os paroquianos que vistam a camisola de S. Tomás e deem o seu contributo. Divulgar, marcar presença, contribuir e/ou dispor do seu tempo para servir os outros é um gesto que nos fica bem e diz o que somos. Através destes pequenos gestos marcamos a diferença: servimos com alegria e damos um testemunho de uma verdadeira comunidade. Conto convosco!

Pe. Nélio Pita, CM